domingo, 15 de setembro de 2013

Domingo XXIV do Tempo Comum

                                                                                                Palma Giovane

 Eu sabia que voltarias /regressarias a casa

Eu sonhei tanto, que nos voltaríamos a encontrar,
Nunca duvidei de ti, sabia que voltarias.
Suspirei muito para que ver o momento em que tu chegarias /regressarias
através de uma porta estreita,
Trazendo todo o amor que tínhamos partilhado.
Oh, estava seguro de ti, te amava tanto,
Esperava em ti, sabia que voltarias a casa.

Oh, eu estava certo de que voltarias a estar connosco:
Por fim, às vezes o meu coração te podia ver (avistar)!
Oh, eu estava seguro de ti, sentia-te, de certo modo, perto de mim.
Não via a hora de dizer-te rios de coisas para te consolar,
de ter-te apertado para te dar segurança e acolher-te nos meus braços.
No longo e silencioso momento em que aparecem as estrelas
comunicar-te o amor que te salvaguarda de todo o mal,
que te acolhe, te mantém seguro, guardando-te do medo
até que a solidão e a escuridão não tenham desaparecido.

Oh, eu te reclamei no meu coração,
buscando este tempo de solidão,
pois queria dizer-te que mesmo na escuridão o nosso amor cresceu.
Oh, eu estava seguro de que voltarias a estar de novo connosco,
às vezes o meu coração conseguia ver-te (avistar-te)!
Oh, eu estava seguro de ti, sentia-te, de certo modo, perto de mim.

Eu confiei em ti, te amei,
Acreditei em ti, (porque) sabia que voltarias a casa
Confiei em ti; sabia que voltarias a casa.

Tom McGuiness, sj




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